Quando falamos que o racismo possui uma estrutura, estamos afirmando justamente que por ocorrer por meio institucional, magistrados, no exercício de suas funções, sejam expostos não pelo excelente trabalho enquanto doutores, mas agredidos dentro da própria casa da justiça.
É diante da lei que o ato criminoso é classificado como “inadvertido”, quando na verdade quem os pratica sabe muito bem a razão e circunstância de como operar e incidir sobre o direito da população negra. O pacto silencioso e implícito da branquitude segue nos silenciando, criando muros, mudando as rotas e ritos nos espaços de poder.
Exigimos rigorosidade no encaminhamento das investigações e que estas informações coletadas tenham sido efetivas para identificar e punir adequadamente, como prevê desde 2023, a injúria racial como um crime inafiançável e imprescritível.
À juíza auxiliar do Supremo Tribunal Federal, Franciele Pereira do Nascimento, a quem a RMN-PR cultiva imenso carinho e respeito, o nosso mais sincero apoio. Que esta falácia de ódio jamais quebre o seu brio por justiça. A doutora chegou a este espaço com máxima competência e estaremos, como companheiras que somos, sempre do seu lado.
Ao doutor Fábio Francisco Esteves, conselheiro do Conselho Nacional de Justiça, nossa solidariedade e desejo que siga firme enquanto defensor da lei.
NÃO IRÃO NOS CALAR.
Combinamos de seguir em luta na garantia de direitos!
Foto: Divulgação/TREPR
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