RESUMO: O presente texto propõe reflexões sobre trajetórias de intelectuais/ativistas negras no Rio de Janeiro e em São Paulo, levando em conta o percurso, a inserção e atuação dessas mulheres nas organizações: Geledés/SP e Criola/RJ1. Esse trabalho apresenta percepções de algumas ativistas negras, entrevistadas nos anos 2009 e 2010, sobre o caminho trilhado por elas, […]

VER TAMBÉM:
TAGS:

RESUMO: O presente texto propõe reflexões sobre trajetórias de intelectuais/ativistas negras no Rio de Janeiro e em São Paulo, levando em conta o percurso, a inserção e atuação dessas mulheres nas organizações: Geledés/SP e Criola/RJ1. Esse trabalho apresenta percepções de algumas ativistas negras, entrevistadas nos anos 2009 e 2010, sobre o caminho trilhado por elas, denominado “protagonismo” por algumas entrevistadas. A intenção foi não entrevistar somente as ativistas das organizações, buscando ouvir algumas que haviam se afastado, e outras que nunca fizeram parte de tais organizações para ter um olhar mais amplo e crítico, totalizando 11 entrevistas. É importante mencionar que os nomes das ativistas entrevistadas utilizados aqui são fictícios, preservando suas identidades.

As organizações Geledés e Criola apareceram na pesquisa como um grupo não homogêneo, são organizações plurais e heterogêneas. A estrutura organizativa é distinta, as ativistas possuem história, experiências e formações diversas. O artigo pretende analisar a constituição dessas duas organizações e as trajetórias de suas intelectuais/ativistas.

LEIA O ARTIGO COMPLETO

RESUMO: O presente texto propõe reflexões sobre trajetórias de intelectuais/ativistas negras no Rio de Janeiro e em São Paulo, levando em conta o percurso, a inserção e atuação dessas mulheres nas organizações: Geledés/SP e Criola/RJ1. Esse trabalho apresenta percepções de algumas ativistas negras, entrevistadas nos anos 2009 e 2010, sobre o caminho trilhado por elas, […]

RESUMO: O presente texto propõe reflexões sobre trajetórias de intelectuais/ativistas negras no Rio de Janeiro e em São Paulo, levando em conta o percurso, a inserção e atuação dessas mulheres nas organizações: Geledés/SP e Criola/RJ1. Esse trabalho apresenta percepções de algumas ativistas negras, entrevistadas nos anos 2009 e 2010, sobre o caminho trilhado por elas, denominado “protagonismo” por algumas entrevistadas. A intenção foi não entrevistar somente as ativistas das organizações, buscando ouvir algumas que haviam se afastado, e outras que nunca fizeram parte de tais organizações para ter um olhar mais amplo e crítico, totalizando 11 entrevistas. É importante mencionar que os nomes das ativistas entrevistadas utilizados aqui são fictícios, preservando suas identidades.

As organizações Geledés e Criola apareceram na pesquisa como um grupo não homogêneo, são organizações plurais e heterogêneas. A estrutura organizativa é distinta, as ativistas possuem história, experiências e formações diversas. O artigo pretende analisar a constituição dessas duas organizações e as trajetórias de suas intelectuais/ativistas.

LEIA O ARTIGO COMPLETO

VER TAMBÉM:

TAGS: