Também ocorreu no dia 21/07, dentro da programação do Julho das Pretas – PR 2018, a Roda de Conversa Saberes Ancestrais das Parteiras. A atividade foi conduzida por Raquel Messias, parteira aprendiz por meio da ONG Cais do Porto e ESCTA (Escola de Saberes e Tradições Ancestrais). A atividade foi pautada no diálogo sobre a […]

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Também ocorreu no dia 21/07, dentro da programação do Julho das Pretas – PR 2018, a Roda de Conversa Saberes Ancestrais das Parteiras. A atividade foi conduzida por Raquel Messias, parteira aprendiz por meio da ONG Cais do Porto e ESCTA (Escola de Saberes e Tradições Ancestrais).

A atividade foi pautada no diálogo sobre a tradição das parteiras e como essa profissão é vista atualmente, com tantos avanços na tecnologia. A ideia foi a de encarar o ato de nascer como algo natural, no qual além da mulher, o ser que está para fazer parte desse mundo também é muito respeitado.

Raquel informou sobre o que significa receber e acolher uma nova vida e como há o fortalecimento entre as mulheres negras. Foram destacadas as mudanças físicas, psicológicas e emocionais que acontecem de acordo com os avanços da gravidez.

As pessoas presentes ficaram muito interessadas pela temática, principalmente por saber mais sobre uma cultura tão tradicional sendo explanada por uma mulher jovem. Desta forma, fizeram perguntas e considerações sobre parto doméstico, violência obstetrícia, parto normal x cesariana, gravidez na adolescência, a participação dos homens em todo o processo, entre outros assuntos.

Também foi explicada a diferença entre parteira e doula. A parteira vai agir no ato em si, quando a mulher passa por um momento de “não razão”, agindo instintivamente como uma fêmea. Já a doula tem todo o compromisso de dar apoio emocional e físico à gestante de maneira específica, em todas as fases da gravidez, inclusive o pós-parto.

A oficina foi muito importante para conhecer o trabalho das parteiras e entender sobre o processo da gravidez, o que muda e como fica o organismo da mulher. Dentro do Movimento Feminista, conhecer mais sobre esse tema é relevante dentro das pautas, pois trata do corpo das mulheres, seu emocional e de como elas podem ganhar forças para não aceitar qualquer tipo de violência que possa ocorrer no parto.

JULHO DAS PRETAS – PR 2018: DIREITOS IMPORTAM! PRETAS NO PODER!

Também ocorreu no dia 21/07, dentro da programação do Julho das Pretas – PR 2018, a Roda de Conversa Saberes Ancestrais das Parteiras. A atividade foi conduzida por Raquel Messias, parteira aprendiz por meio da ONG Cais do Porto e ESCTA (Escola de Saberes e Tradições Ancestrais). A atividade foi pautada no diálogo sobre a […]

Também ocorreu no dia 21/07, dentro da programação do Julho das Pretas – PR 2018, a Roda de Conversa Saberes Ancestrais das Parteiras. A atividade foi conduzida por Raquel Messias, parteira aprendiz por meio da ONG Cais do Porto e ESCTA (Escola de Saberes e Tradições Ancestrais).

A atividade foi pautada no diálogo sobre a tradição das parteiras e como essa profissão é vista atualmente, com tantos avanços na tecnologia. A ideia foi a de encarar o ato de nascer como algo natural, no qual além da mulher, o ser que está para fazer parte desse mundo também é muito respeitado.

Raquel informou sobre o que significa receber e acolher uma nova vida e como há o fortalecimento entre as mulheres negras. Foram destacadas as mudanças físicas, psicológicas e emocionais que acontecem de acordo com os avanços da gravidez.

As pessoas presentes ficaram muito interessadas pela temática, principalmente por saber mais sobre uma cultura tão tradicional sendo explanada por uma mulher jovem. Desta forma, fizeram perguntas e considerações sobre parto doméstico, violência obstetrícia, parto normal x cesariana, gravidez na adolescência, a participação dos homens em todo o processo, entre outros assuntos.

Também foi explicada a diferença entre parteira e doula. A parteira vai agir no ato em si, quando a mulher passa por um momento de “não razão”, agindo instintivamente como uma fêmea. Já a doula tem todo o compromisso de dar apoio emocional e físico à gestante de maneira específica, em todas as fases da gravidez, inclusive o pós-parto.

A oficina foi muito importante para conhecer o trabalho das parteiras e entender sobre o processo da gravidez, o que muda e como fica o organismo da mulher. Dentro do Movimento Feminista, conhecer mais sobre esse tema é relevante dentro das pautas, pois trata do corpo das mulheres, seu emocional e de como elas podem ganhar forças para não aceitar qualquer tipo de violência que possa ocorrer no parto.

JULHO DAS PRETAS – PR 2018: DIREITOS IMPORTAM! PRETAS NO PODER!

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