No dia 07 de setembro de 2018, a candidata a deputada estadual Edna Dantas foi desrespeitada em seu direito de mobilização, liberdade de expressão e direito de ir e vir ao ser agredida e presa pela Polícia Militar do Paraná. O fato ocorreu durante o tradicional desfile de 7 […]

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No dia 07 de setembro de 2018, a candidata a deputada estadual Edna Dantas foi desrespeitada em seu direito de mobilização, liberdade de expressão e direito de ir e vir ao ser agredida e presa pela Polícia Militar do Paraná. O fato ocorreu durante o tradicional desfile de 7 de Setembro em Curitiba – PR, quando Edna estava, juntamente com outros (as) militantes, carregando faixas favoráveis ao ex-presidente Lula.

No dia 9 de setembro de 2018, no centro de Curitiba – PR, a Guarda Municipal agiu de forma violenta e truculenta ao disparar tiros de balas de borracha e prender o advogado e candidato a deputado estadual Renato Freitas. Na ocasião, Renato estava trabalhando em sua campanha por meio de panfletagens.

Sendo coerente que as vítimas não apresentaram motivos para tal violência pode-se afirmar que os fatos ocorridos são casos que exemplificam a violência descabida à população negra e a quem luta em prol dos direitos humanos das pessoas com vulnerabilidade social. Edna e Renato, que são negros (as) e apresentam um histórico de mobilizações relacionadas à população periférica, sofrem perseguições por seguir em frente com sua luta e não baixar a cabeça para os opressores.

Mesmo com alguns avanços apontados nos últimos anos, o racismo ainda é muito frequente na sociedade que persiste em repercutir um sistema capitalista e neonazista. Nesse tipo de sistema, se destacam a intolerância e o desrespeito ao corpo negro, sua cultura e religião, o que faz com que negras e negros sejam marginalizados (as) e perseguidos (as). Trata-se de um poderio da elite branca que vem sendo reafirmado há muitos anos, o qual fere todo o processo de direitos, liberdade e inclusão do povo negro.

Pode-se destacar que essa nova onda de retrocessos tem como uma das suas principais vítimas a população negra e periférica. Ideais fascistas ecoam por todos os cantos, inclusive internacionalmente, fato que aumenta a preocupação com grupos que defendem a supremacia branca. Apoiadores dessas causas extremamente racistas impõe a violência e o genocídio à população negra de forma persistente e drástica.

Contudo, as pessoas negras seguem resistentes por meio de uma coletividade dentro dos movimentos sociais, ONG’s e demais instituições que trabalham em prol de uma sociedade igualitária, agindo em todas as frentes de luta. O sentimento de indignação serve como fonte de energia para manter o desejo de se libertar de um sistema discriminatório.

Por todas essas razões, a Rede Mulheres Negras – PR (RMN-PR) repudia fortemente as ações de violência e atitudes equivocadas com que a Polícia Militar do Paraná e a Guarda Municipal de Curitiba agiram à candidata e ao candidato que representam a resistência e a luta pela inclusão das pautas das populações negras dentro do poder legislativo estadual.

            No dia 07 de setembro de 2018, a candidata a deputada estadual Edna Dantas foi desrespeitada em seu direito de mobilização, liberdade de expressão e direito de ir e vir ao ser agredida e presa pela Polícia Militar do Paraná. O fato ocorreu durante o tradicional desfile de 7 […]

           

No dia 07 de setembro de 2018, a candidata a deputada estadual Edna Dantas foi desrespeitada em seu direito de mobilização, liberdade de expressão e direito de ir e vir ao ser agredida e presa pela Polícia Militar do Paraná. O fato ocorreu durante o tradicional desfile de 7 de Setembro em Curitiba – PR, quando Edna estava, juntamente com outros (as) militantes, carregando faixas favoráveis ao ex-presidente Lula.

No dia 9 de setembro de 2018, no centro de Curitiba – PR, a Guarda Municipal agiu de forma violenta e truculenta ao disparar tiros de balas de borracha e prender o advogado e candidato a deputado estadual Renato Freitas. Na ocasião, Renato estava trabalhando em sua campanha por meio de panfletagens.

Sendo coerente que as vítimas não apresentaram motivos para tal violência pode-se afirmar que os fatos ocorridos são casos que exemplificam a violência descabida à população negra e a quem luta em prol dos direitos humanos das pessoas com vulnerabilidade social. Edna e Renato, que são negros (as) e apresentam um histórico de mobilizações relacionadas à população periférica, sofrem perseguições por seguir em frente com sua luta e não baixar a cabeça para os opressores.

Mesmo com alguns avanços apontados nos últimos anos, o racismo ainda é muito frequente na sociedade que persiste em repercutir um sistema capitalista e neonazista. Nesse tipo de sistema, se destacam a intolerância e o desrespeito ao corpo negro, sua cultura e religião, o que faz com que negras e negros sejam marginalizados (as) e perseguidos (as). Trata-se de um poderio da elite branca que vem sendo reafirmado há muitos anos, o qual fere todo o processo de direitos, liberdade e inclusão do povo negro.

Pode-se destacar que essa nova onda de retrocessos tem como uma das suas principais vítimas a população negra e periférica. Ideais fascistas ecoam por todos os cantos, inclusive internacionalmente, fato que aumenta a preocupação com grupos que defendem a supremacia branca. Apoiadores dessas causas extremamente racistas impõe a violência e o genocídio à população negra de forma persistente e drástica.

Contudo, as pessoas negras seguem resistentes por meio de uma coletividade dentro dos movimentos sociais, ONG’s e demais instituições que trabalham em prol de uma sociedade igualitária, agindo em todas as frentes de luta. O sentimento de indignação serve como fonte de energia para manter o desejo de se libertar de um sistema discriminatório.

Por todas essas razões, a Rede Mulheres Negras – PR (RMN-PR) repudia fortemente as ações de violência e atitudes equivocadas com que a Polícia Militar do Paraná e a Guarda Municipal de Curitiba agiram à candidata e ao candidato que representam a resistência e a luta pela inclusão das pautas das populações negras dentro do poder legislativo estadual.

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