De 10 a 14 de outubro aconteceu, em Cáli (Colômbia), o Encontro da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diaspora. A Rede Mulheres Negras – PR participou do evento junto com a Rede SSAN, Fondo de Mujeres del Sur, Cáritas Brasileira e ELAS Fundo de Investimento Social. O encontro elegeu a nova coordenação […]

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De 10 a 14 de outubro aconteceu, em Cáli (Colômbia), o Encontro da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diaspora. A Rede Mulheres Negras – PR participou do evento junto com a Rede SSAN, Fondo de Mujeres del Sur, Cáritas Brasileira e ELAS Fundo de Investimento Social. O encontro elegeu a nova coordenação da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, AfroCaribenhas y de lá Diáspora.

 

A Rede Mulheres Negras – PR acompanhou o evento e as filiadas Heliana Hemeterio, Débora Evellyn e Alaerte Leandro contaram tudo o que ocorreu.

Sobre o dia 11/10, Heliana  contou um pouquinho.

“O dia de ontem (11/10) iniciou com reunião por regiões da América Latina, para avaliação do cenário político e do desenvolvimento da plataforma apresentada pela Rede de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas durante o encontro no Chile.

O Brasil, embora pertença a região Cone Sul, tem reunião em separado por conta do tamanho de seu território. Aqui a comitiva brasileira conta com 12 participantes dos estados de Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, e debatemos durante a reunião a conjuntura brasileira bem como riscos e desafios. Iniciamos também o debate sobre a assembleia que irá escolher a nova coordenação da Rede de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas.

No final da tarde houve a abertura oficial, Abertura do Foro Internacional “A cuatro años del Decênio: alcances y desafios del observatório de la plataforma politica de las Mujeres Afrodescendientes”, com apresentação de música, danças e inclusão de ritos religiosos do país também.

 

Durante o dia 12/10 o Encontro se dedicou a realizar uma avaliação das informações sobre a Plataforma Política de las Mujeres Afro (plataforma da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diáspora que tem a finalidade de acompanhar as informações atualizadas desde 2015 até 2018 sobre o avanço dos cumprimentos das metas e demandas priorizadas pelas Mulheres Negras). Todas as regiões fizeram suas apresentações em relação à Plataforma, dos 22 países 14 realizam o monitoramento da Plataforma, e o Brasil se compromete com o monitoramento e neste Fórum elegerá a nova gestão.

Algo que foi bem explicitado foi que as ações do 25 de julho (Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha) são muito importante em todas as regiões, e mobilizam as mulheres negras em ação.

O dia de ontem ainda foi dedicado para construções em todo da Cúpula Global das Mulheres Negras (Cumbre Internacional Mujeres Afro), que vai acontecer em 2020, e diálogos foram estabelecidos para definir sobre em qual país a Cúpula irá acontecer.

Na mesa sobre jovens negras dialogou-se sobre estratégias de fortalecimento, organização comunitária, autonomia, gestão política, liderança jovens, tendo por foco a consolidação de uma agenda jovem, criação de uma Rede Jovem na Cúpula, escola de lideranças jovens em que as organizações caminhem junto com as jovens.
Uma das reflexões que é possível fazer, é de que ainda que com todas as situações de vulnerabilidade para mulheres negras, o Brasil é um dos países que se encontra mais avançado nos diálogos e conquistas. Para termos como referência apenas na Costa Rica, exceto o Brasil, existe um protocolo de atendimento para as pessoas com Doença Falciforme, de acordo com os relatos das regiões.

 

Essa é uma ação conjunta da Rede Mulheres Negras – PR, com apoio da Fondo de Mujeres del Sur, Cáritas Brasileira e o ELAS Fundo de Investimento Social.

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De 10 a 14 de outubro aconteceu, em Cáli (Colômbia), o Encontro da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diaspora. A Rede Mulheres Negras – PR participou do evento junto com a Rede SSAN, Fondo de Mujeres del Sur, Cáritas Brasileira e ELAS Fundo de Investimento Social. O encontro elegeu a nova coordenação […]

De 10 a 14 de outubro aconteceu, em Cáli (Colômbia), o Encontro da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diaspora. A Rede Mulheres Negras – PR participou do evento junto com a Rede SSAN, Fondo de Mujeres del Sur, Cáritas Brasileira e ELAS Fundo de Investimento Social. O encontro elegeu a nova coordenação da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, AfroCaribenhas y de lá Diáspora.

 

A Rede Mulheres Negras – PR acompanhou o evento e as filiadas Heliana Hemeterio, Débora Evellyn e Alaerte Leandro contaram tudo o que ocorreu.

Sobre o dia 11/10, Heliana  contou um pouquinho.

“O dia de ontem (11/10) iniciou com reunião por regiões da América Latina, para avaliação do cenário político e do desenvolvimento da plataforma apresentada pela Rede de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas durante o encontro no Chile.

O Brasil, embora pertença a região Cone Sul, tem reunião em separado por conta do tamanho de seu território. Aqui a comitiva brasileira conta com 12 participantes dos estados de Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, e debatemos durante a reunião a conjuntura brasileira bem como riscos e desafios. Iniciamos também o debate sobre a assembleia que irá escolher a nova coordenação da Rede de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas.

No final da tarde houve a abertura oficial, Abertura do Foro Internacional “A cuatro años del Decênio: alcances y desafios del observatório de la plataforma politica de las Mujeres Afrodescendientes”, com apresentação de música, danças e inclusão de ritos religiosos do país também.

 

Durante o dia 12/10 o Encontro se dedicou a realizar uma avaliação das informações sobre a Plataforma Política de las Mujeres Afro (plataforma da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas, Afrocaribeñas y de la Diáspora que tem a finalidade de acompanhar as informações atualizadas desde 2015 até 2018 sobre o avanço dos cumprimentos das metas e demandas priorizadas pelas Mulheres Negras). Todas as regiões fizeram suas apresentações em relação à Plataforma, dos 22 países 14 realizam o monitoramento da Plataforma, e o Brasil se compromete com o monitoramento e neste Fórum elegerá a nova gestão.

Algo que foi bem explicitado foi que as ações do 25 de julho (Dia da Mulher Negra Latinoamericana e Caribenha) são muito importante em todas as regiões, e mobilizam as mulheres negras em ação.

O dia de ontem ainda foi dedicado para construções em todo da Cúpula Global das Mulheres Negras (Cumbre Internacional Mujeres Afro), que vai acontecer em 2020, e diálogos foram estabelecidos para definir sobre em qual país a Cúpula irá acontecer.

Na mesa sobre jovens negras dialogou-se sobre estratégias de fortalecimento, organização comunitária, autonomia, gestão política, liderança jovens, tendo por foco a consolidação de uma agenda jovem, criação de uma Rede Jovem na Cúpula, escola de lideranças jovens em que as organizações caminhem junto com as jovens.
Uma das reflexões que é possível fazer, é de que ainda que com todas as situações de vulnerabilidade para mulheres negras, o Brasil é um dos países que se encontra mais avançado nos diálogos e conquistas. Para termos como referência apenas na Costa Rica, exceto o Brasil, existe um protocolo de atendimento para as pessoas com Doença Falciforme, de acordo com os relatos das regiões.

 

Essa é uma ação conjunta da Rede Mulheres Negras – PR, com apoio da Fondo de Mujeres del Sur, Cáritas Brasileira e o ELAS Fundo de Investimento Social.

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