No dia 28/07, como atividade da programação do Julho das Pretas – PR 2018, ocorreu o Dia das Princesas Negras. Segundo Kênia Cristina, responsável pela oficina, buscamos primeiramente trazer uma reflexão sobre ser uma princesa negra, com origens africanas e termos em nosso imaginário a representação das princesas europeias. Evidenciamos a relação das nossas ancestrais na dinâmica […]

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No dia 28/07, como atividade da programação do Julho das Pretas – PR 2018, ocorreu o Dia das Princesas Negras.
Segundo Kênia Cristina, responsável pela oficina, buscamos primeiramente trazer uma reflexão sobre ser uma princesa negra, com origens africanas e termos em nosso imaginário a representação das princesas europeias.
Evidenciamos a relação das nossas ancestrais na dinâmica de sua comunidade, as princesas negras são ativas, aprendem, ensinam e lutam.
A arte de ouvir e cuidar uma das outras é uma prática ancestral a qual estamos trabalhando para resgatar. Praticamos esta arte trocando experiências pessoais e formas de autocuidado, valorizando a oralidade e o afeto que diferencia nossas Princesas Negras das demais.

No dia 28/07, como atividade da programação do Julho das Pretas – PR 2018, ocorreu o Dia das Princesas Negras. Segundo Kênia Cristina, responsável pela oficina, buscamos primeiramente trazer uma reflexão sobre ser uma princesa negra, com origens africanas e termos em nosso imaginário a representação das princesas europeias. Evidenciamos a relação das nossas ancestrais na dinâmica […]

No dia 28/07, como atividade da programação do Julho das Pretas – PR 2018, ocorreu o Dia das Princesas Negras.
Segundo Kênia Cristina, responsável pela oficina, buscamos primeiramente trazer uma reflexão sobre ser uma princesa negra, com origens africanas e termos em nosso imaginário a representação das princesas europeias.
Evidenciamos a relação das nossas ancestrais na dinâmica de sua comunidade, as princesas negras são ativas, aprendem, ensinam e lutam.
A arte de ouvir e cuidar uma das outras é uma prática ancestral a qual estamos trabalhando para resgatar. Praticamos esta arte trocando experiências pessoais e formas de autocuidado, valorizando a oralidade e o afeto que diferencia nossas Princesas Negras das demais.

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