A busca por um trabalho no qual seja possível conciliar reconhecimento profissional com o prazer na área na qual se atua está muito presente nos dias de hoje. Para além do sustento, uma boa colocação no ambiente de trabalho está relacionada com a atuação dentro do que foi o fruto de uma escolha, e neste […]

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A busca por um trabalho no qual seja possível conciliar reconhecimento profissional com o prazer na área na qual se atua está muito presente nos dias de hoje. Para além do sustento, uma boa colocação no ambiente de trabalho está relacionada com a atuação dentro do que foi o fruto de uma escolha, e neste quesito, as grandes empresas ou aquelas focadas nas áreas de tecnologia são os grandes espaços para o sucesso profissional.

Porém, percebe-se que, houve uma grande virada nas oportunidades de trabalho, com atuais momentos de escassez e desemprego. Diante disto, não é raro saber de notícias de pessoas que resolveram adentrar no mundo do empreendedorismo. Antes tida como um sonho longínquo, apenas para quem tinha muito capital para investir, hoje empreender virou realidade para muitas pessoas de diferentes classes sociais. Ser uma pessoa empreendedora já pode ser considerada uma saída para dar a volta por cima diante do desemprego.

Por ocasião do racismo vigente, a população negra é a mais atingida pela falta de um trabalho formal, sendo que, desta parcela, muitas pessoas começam a trabalhar como autônomas, sem os direitos trabalhistas, o que leva a uma redução de sua ascenção profissional.

Negras e negros estão buscando formas de empreender, de abrir seu próprio negócio, para ter o sucesso e formalizar seu trabalho. Diante disto, a população negra pode investir em diferentes áreas de atuação, mas há pouco tempo, surgiu um termo que vem mudando o foco de pessoas negras empreendedoras. O AFROEMPREENDEDORISMO é o termo utilizado para negras e negros que atuam profissionalmente em seu próprio negócio, empreendedoras (es) individuais, micro ou pequenas (os) empresárias (os) cuja geração de trabalho e renda sejam oriundos da cultura negra e de seus conhecimentos. Desta forma, o termo não é utilizado para pessoas negras cujo negócio não representa ou caracteriza esta população.

A valorização das (os) afroempreendedoras (es) é necessária porque, mesmo dentro de seu próprio negócio, não há o reconhecimento do trabalho da população negra, sendo que pessoas negras empreendedoras obtêm os menores rendimentos mensais, na faixa de R$ 1500,00. Este valor é absurdo e revelador do grau onde as consequências do racismo chegam. A população negra tem dificuldades até mesmo ao fechar um negócio com investidores, fidelizar clientes e conseguir se manter como empresa atuante e de destaque.

Por estas razões, torna-se relevante as organizações que atuam com questões raciais, pautar o tema Afroempreendedorismo, e contribuir com formas de atuação para que as pessoas negras tenham maiores possibilidades de se destacarem ao abrir seu próprio negócio, assim como poderem levar a sua cultura e conhecimentos à sociedade civil, concorrendo em pé de igualdade com empresas formalizadas por pessoas brancas de classe média.

A Rede de Mulheres Negras do Paraná está enfatizando esta pauta, e investindo em projetos de geração de trabalho e renda, principalmente focados na mulher negra. Neste espaço online, um dos grandes motes será dar visibilidade às pessoas afroempreendedoras, contribuindo com a divulgação de seus trabalhos.

Dentro do que foi exposto, a RMN-PR inicia uma série sobre Afroempreendedorismo, através de entrevistas com três mulheres negras que estão dentro do perfil enquadrado no termo.

Conheça o caminho trilhado por estas mulheres em: AFROEMPREENDEDORISMO – Série de Entrevistas, e o convite é feito para divulgar a ideia e fortalecer estas trabalhadoras.

A busca por um trabalho no qual seja possível conciliar reconhecimento profissional com o prazer na área na qual se atua está muito presente nos dias de hoje. Para além do sustento, uma boa colocação no ambiente de trabalho está relacionada com a atuação dentro do que foi o fruto de uma escolha, e neste […]

A busca por um trabalho no qual seja possível conciliar reconhecimento profissional com o prazer na área na qual se atua está muito presente nos dias de hoje. Para além do sustento, uma boa colocação no ambiente de trabalho está relacionada com a atuação dentro do que foi o fruto de uma escolha, e neste quesito, as grandes empresas ou aquelas focadas nas áreas de tecnologia são os grandes espaços para o sucesso profissional.

Porém, percebe-se que, houve uma grande virada nas oportunidades de trabalho, com atuais momentos de escassez e desemprego. Diante disto, não é raro saber de notícias de pessoas que resolveram adentrar no mundo do empreendedorismo. Antes tida como um sonho longínquo, apenas para quem tinha muito capital para investir, hoje empreender virou realidade para muitas pessoas de diferentes classes sociais. Ser uma pessoa empreendedora já pode ser considerada uma saída para dar a volta por cima diante do desemprego.

Por ocasião do racismo vigente, a população negra é a mais atingida pela falta de um trabalho formal, sendo que, desta parcela, muitas pessoas começam a trabalhar como autônomas, sem os direitos trabalhistas, o que leva a uma redução de sua ascenção profissional.

Negras e negros estão buscando formas de empreender, de abrir seu próprio negócio, para ter o sucesso e formalizar seu trabalho. Diante disto, a população negra pode investir em diferentes áreas de atuação, mas há pouco tempo, surgiu um termo que vem mudando o foco de pessoas negras empreendedoras. O AFROEMPREENDEDORISMO é o termo utilizado para negras e negros que atuam profissionalmente em seu próprio negócio, empreendedoras (es) individuais, micro ou pequenas (os) empresárias (os) cuja geração de trabalho e renda sejam oriundos da cultura negra e de seus conhecimentos. Desta forma, o termo não é utilizado para pessoas negras cujo negócio não representa ou caracteriza esta população.

A valorização das (os) afroempreendedoras (es) é necessária porque, mesmo dentro de seu próprio negócio, não há o reconhecimento do trabalho da população negra, sendo que pessoas negras empreendedoras obtêm os menores rendimentos mensais, na faixa de R$ 1500,00. Este valor é absurdo e revelador do grau onde as consequências do racismo chegam. A população negra tem dificuldades até mesmo ao fechar um negócio com investidores, fidelizar clientes e conseguir se manter como empresa atuante e de destaque.

Por estas razões, torna-se relevante as organizações que atuam com questões raciais, pautar o tema Afroempreendedorismo, e contribuir com formas de atuação para que as pessoas negras tenham maiores possibilidades de se destacarem ao abrir seu próprio negócio, assim como poderem levar a sua cultura e conhecimentos à sociedade civil, concorrendo em pé de igualdade com empresas formalizadas por pessoas brancas de classe média.

A Rede de Mulheres Negras do Paraná está enfatizando esta pauta, e investindo em projetos de geração de trabalho e renda, principalmente focados na mulher negra. Neste espaço online, um dos grandes motes será dar visibilidade às pessoas afroempreendedoras, contribuindo com a divulgação de seus trabalhos.

Dentro do que foi exposto, a RMN-PR inicia uma série sobre Afroempreendedorismo, através de entrevistas com três mulheres negras que estão dentro do perfil enquadrado no termo.

Conheça o caminho trilhado por estas mulheres em: AFROEMPREENDEDORISMO – Série de Entrevistas, e o convite é feito para divulgar a ideia e fortalecer estas trabalhadoras.

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