“A ideia surgiu da junção entre a minha paixão pela gastronomia e o desejo de realizar algo que fosse meu e ligado a minha cultura e saberes” Angélica Moreira, mulher negra, baiana, mãe, pedadagoga. Mora em Salvador- BA e empreendeu com sua paixão por cozinhar. A afroempreendedora é idealizadora e chef do projeto de etnogastronomia […]

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A ideia surgiu da junção entre a minha paixão pela gastronomia e o desejo de realizar

algo que fosse meu e ligado a minha cultura e saberes”

Angélica Moreira, mulher negra, baiana, mãe, pedadagoga. Mora em Salvador- BA e empreendeu com sua paixão por cozinhar. A afroempreendedora é idealizadora e chef do projeto de etnogastronomia Ajeum da Diáspora, Cozinha de Resistência.

Com quatro anos de existência, Ajeum da Diáspora é um projeto gastronômico e cultural que tem como objetivo valorizar a culinária afro-brasileira. Resgatar e manter viva as receitas e temperos das nossas mães, tias e avós. A resistência é resgatar deliciosos pratos tradicionais, que acabaram esquecidos ao longo do tempo.

Como surgiu a ideia de ser uma empreendedora? Conta um pouco sobre os desafios que você enfrentou ou ainda enfrenta.

A ideia surgiu da junção entre a minha paixão pela gastronomia e o desejo de realizar algo que fosse meu e ligado a minha cultura e saberes.

Como está, atualmente, o andamento de seu negócio?

Como não possuirmos capital de giro e por se tratar de um afroempreendimento sem grandes investimentos, estamos tendo algumas limitações financeiras que não nos permitem inovar, neste momento.

Como os possíveis clientes se comportam ao ter o conhecimento de que você é negra?

Os clientes que vem ao nosso espaço já tem conhecimento de que é um projeto tocado por uma mulher negra.

O que você espera do futuro de seu negócio? De que forma pensa em expandi-lo?

Desejaria ter condições de investir para o seu crescimento, abrindo maiores possibilidades para que mais pessoas conhecessem a nossa proposta.

Que tal você deixar uma mensagem às demais pessoas negras que também tenham interesse em se tornar empreendedoras.

Ser negro e empreender, assim como todos os caminhos que traçamos nos confere uma série de obstáculos, aos quais não podemos nos abater ou desistir. Nossa luta é grande, mas a vitória e satisfação por realizar algo nosso vale a pena.

Ajeum da Diáspora – Cozinha de Resistência

facebook/ajeumdiaspora

ajeumdiaspora@gmail.com

Rua Amparo do Tororó, 157, Tororó – Salvador – BA

(71) 3561 7376 | 98160 8933 | 98843 2230

“A ideia surgiu da junção entre a minha paixão pela gastronomia e o desejo de realizar algo que fosse meu e ligado a minha cultura e saberes” Angélica Moreira, mulher negra, baiana, mãe, pedadagoga. Mora em Salvador- BA e empreendeu com sua paixão por cozinhar. A afroempreendedora é idealizadora e chef do projeto de etnogastronomia […]

A ideia surgiu da junção entre a minha paixão pela gastronomia e o desejo de realizar

algo que fosse meu e ligado a minha cultura e saberes”

Angélica Moreira, mulher negra, baiana, mãe, pedadagoga. Mora em Salvador- BA e empreendeu com sua paixão por cozinhar. A afroempreendedora é idealizadora e chef do projeto de etnogastronomia Ajeum da Diáspora, Cozinha de Resistência.

Com quatro anos de existência, Ajeum da Diáspora é um projeto gastronômico e cultural que tem como objetivo valorizar a culinária afro-brasileira. Resgatar e manter viva as receitas e temperos das nossas mães, tias e avós. A resistência é resgatar deliciosos pratos tradicionais, que acabaram esquecidos ao longo do tempo.

Como surgiu a ideia de ser uma empreendedora? Conta um pouco sobre os desafios que você enfrentou ou ainda enfrenta.

A ideia surgiu da junção entre a minha paixão pela gastronomia e o desejo de realizar algo que fosse meu e ligado a minha cultura e saberes.

Como está, atualmente, o andamento de seu negócio?

Como não possuirmos capital de giro e por se tratar de um afroempreendimento sem grandes investimentos, estamos tendo algumas limitações financeiras que não nos permitem inovar, neste momento.

Como os possíveis clientes se comportam ao ter o conhecimento de que você é negra?

Os clientes que vem ao nosso espaço já tem conhecimento de que é um projeto tocado por uma mulher negra.

O que você espera do futuro de seu negócio? De que forma pensa em expandi-lo?

Desejaria ter condições de investir para o seu crescimento, abrindo maiores possibilidades para que mais pessoas conhecessem a nossa proposta.

Que tal você deixar uma mensagem às demais pessoas negras que também tenham interesse em se tornar empreendedoras.

Ser negro e empreender, assim como todos os caminhos que traçamos nos confere uma série de obstáculos, aos quais não podemos nos abater ou desistir. Nossa luta é grande, mas a vitória e satisfação por realizar algo nosso vale a pena.

Ajeum da Diáspora – Cozinha de Resistência

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ajeumdiaspora@gmail.com

Rua Amparo do Tororó, 157, Tororó – Salvador – BA

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